O comentário quase perdido

Rafael de Sá Cavalcanti deixou um comentário sobre Agência pede serviço grátis“. Lamentavelmente, cliquei no lugar errado e, em vez de publicar o comentário, recusei. Como o texto me vem por inteiro em um e-mail, dá para recuperar e postar de novo, agora em forma de artigo, e como os meus comentários. Vamos lá, Rafael.

Sr. Danilo, uma pequena correção: a Cláudia, no trecho citado que você colou no post, fala em 1.500 caracteres, não palavras. 1.500 caracteres não é tanto, concorda? Não chega a 2 laudas, seja com ou sem caracteres, e de acordo com a maioria dos critérios utilizados para definir uma lauda de tradução.

Prefiro não ser chamado “senhor”, mas isso é preferência de cada um. Sua correção procede e eu agradeço qualquer correção que me fizerem. O problema fundamental, entretanto, não é a quantidade de tradução grátis solicitada, mas sim a própria solicitação. Uma empresa não pede serviço grátis a um fornecedor potencial. Nem muito, nem pouco. E a promoção dos serviços da empresa deve ser por conta e risco da empresa. Quer dizer, não cabe a mim trabalhar de graça pela maior glória da empresa alheia. E, como você, diz, Rafael, é muito pouco. Quase nada. Uma empresa que alega não ter posses para pagar por um serviço tão pequeno ou é muito mesquinha, ou não tem capital para se pôr em pé.

EN→PTBR |Tradutor profissional desde 1970.


1 Comentario em "O comentário quase perdido"

  • Rafael de Sá Cavalcanti
    10/11/2007 (2:36 pm)
    Responder

    Hehehe. Concordo quanto à mesquinhez das supostas agências, realmente não há sentido em deixar de pagar um volume tão ínfimo em nome de uma promoção.

    Uma correção no meu comentário: ali em cima, o certo é “seja com ou sem espaços“.

    Dá pra ver que sou leitor ávido, né?


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